Dono de quatro cinturões, Ary Santos vai lutar nos Estados Unidos

O lutador campista Ary Santos sonha em alçar voos maiores na carreira do MMA (Mixed Martial Arts). Com quatro cinturões no Brasil e na América da Sul, o atleta foi convidado para lutar nos Estados Unidos e se prepara para a grande chance da sua vida dentro do octógono. 

Ary Santos tem 15 vitórias e quatro conquistas na categoria leve. O primeiro cinturão foi o Super Heroes em 2014, depois foi o 300 Sparta em 2015, em seguida o Nativas Fight Gladiator e, por último, o Arena Fight Night, ambos em 2016. "Já conquistei o que podia conquistar na minha categoria aqui no Brasil e já tenho mais adversários, por isto estou em busca de novos e maiores desafios para minha carreira. Sei do meu potencial e que posso ir muito além. Surgiu o convite para lutar fora do país, em um evento americano, e estou bastante contente", declara o lutador, que está agilizando a documentação para conseguir o visto.

O início da carreira internacional é apenas uma ponte para um sonho maior: lutar no UFC (Ultimate Fighting Championship), o principal evento de lutas do mundo na atualidade. “O sonho de qualquer jogador de futebol é disputar uma Copa do Mundo, o meu, como lutador, é lutar no UFC. E não quero apenas lutar, quero ser campeão”, afirma em tom confiante, já mirando o americano Eddie Alvarez, atual campeão dos leve do UFC. “Ele é o melhor do mundo atualmente, se quero ser o melhor tenho que vencê-lo”.

O técnico Leandro Sete Bala vê características em Ary para ser um dos melhores lutadores do mundo na categoria dos leve. “Ele é um lutador completo. O Ary é bom na trocação e na luta de solo, é um cara que não tem medo de lutar e encara qualquer um da mesma forma. Potencial ele tem, precisamos trabalhar mais e poder mostrar isso ao mundo”, contou o treinador, revelando que programa uma temporada de treinos fora do Brasil. “Estamos planejando passar um mês treinando Muay Thai na Tailândia, que é o berço desta modalidade, e mais um tempo trabalhando o wrestling já nos Estados Unidos”.


Fonte: O Diário

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