Pressão da torcida é encarada com naturalidade no elenco do Goytacaz

Defender um dos clubes com torcida mais apaixonada no Rio de Janeiro apresenta aspectos positivo e negativo. O apoio é incondicional, mas a expectativa e a pressão parecem vir na mesma dose. E após um início ruim na Seletiva do Campeonato Carioca - com apenas um ponto em dois jogos - coloca em risco a lua de mel entre equipe e arquibancada.

A possibilidade da volta à elite após 25 anos se tornar um fiasco mexe com a cabeça dos jogadores, mas não interfere de maneira tão forte. É o que garante o atacante Márcio Carioca. O comportamento do torcedor é algo natural de um clube tradicional como o Goyta, avisa.

- Aqui todo mundo é profissional. Se não aguentar essa pressão, não poderia estar jogando no Goytacaz. Todo mundo já conhece a torcida, sabe que tem essa característica: ela ajuda, mas também cobra. Acho isso normal no futebol. Agora temos que ter calma. Serão três jogos difíceis pela frente para reverter nossa situação - projetou.

O tropeço contra a Cabofriense aindam martela na cabeça dos jogadores. O empate sofrido aos 45 minutos do segundo tempo atrapalhou a aproximação do Alvianil ao G-2, mas deixa ensinamentos para serem aproveitados.

- Contra a Cabofriense foi uma infelicidade. Tomamos um gol no final do jogo e foi uma decepção, pois fomos melhores em todo o momento. Temos que sentar e conversar para ver o que é melhor para o Goytacaz, junto com o professor. Temos que reverter a situação e manter o Goytacaz na Primeira Divisão, que é o mais importante - encerrou Márcio.

Pressionado pela vitória, o Goytacaz volta a campo no sábado (6), quando encara o America, no Estádio Elcyr Resende, em Saquarema. A partida acontecerá na Região dos Lagos porque os rubros estão sem a liberação do Giulite Coutinho.

Fonte: FutRio

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