Faltando 12 dias para a Segundona do Rio, conheça as histórias de America e Americano


Faltando 12 dias para a Segundona do Rio, hoje o GF ESPORTE irá destacar dois dos 21 clubes participantes da competição, por ordem alfabética. A competição está prevista para ocorrer em 29 datas, entre 19 de maio e 29 de setembro. America Football Club (Rio de Janeiro) e Americano Futebol Clube (Campos dos Goytacazes).

America 
Em processo de reformulação no elenco após o rebaixamento, o America voltou aos trabalhos no dia 9 de abril de técnico novo - o ídolo Luisinho Lemos foi contratado para a função. Desde então, acertou renovações importantes, como Anderson Künzel e Marlon. Entre os reforços, destaque para o goleiro Rafael, ex-Boavista. No último jogo-treino, vitória por 2 a 1 sobre o São Cristóvão.

Americano 

Único dos times que está em atividade por conta da participação na Série D do Campeonato Brasileiro. Por lá, disputou trêsjogos - empates em 2 a 2 com o Novorizontino (SP) e em 0 a 0 com o Atlético Itapemirim (ES); e uma derrota de virada para o Uberlândia, por 2 a 1. Tem um elenco formado por destaques da Série A, entre eles o lateral Valdir e o atacante Claudio Maradona. O técnico é Josué Teixeira, que estava no Macaé.
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AMERICA
America Football Club com sede na cidade do Rio de Janeiro foi fundado em 18 de setembro de 1904, o seu nome não tem acentuação, já que se adota a grafia em inglês, com o clube se colocando como representante da região carioca da Grande Tijuca, onde historicamente mantém a sua sede.

Entre as suas conquistas mais relevantes, destacam-se a conquista do International Soccer League de 1962, torneio disputado por grandes equipes da época, o Torneio dos Campeões em 1982, torneio organizado pela CBF que contava com os maiores clubes do Brasil, além dos 7 títulos do Campeonato Carioca.
O America já disputou mais de 4.400 partidas em sua história, servindo de fonte de inspiração para a criação de muitos outros "Américas", no Brasil e no exterior. O America é o primeiro clube brasileiro batizado com o nome do continente e é o clube mais "clonado" do Brasil, tendo tido suas cores e seu escudo copiados pela maioria dos clubes brasileiros denominados "América Futebol Clube".

No Ranking do Campeonato Carioca, o America é o quinto colocado, qualquer que seja o parâmetro utilizado.

Escudo
O escudo do America consiste num circulo vermelho com o acrônimo AFC introduzido neste. O escudo do America é o escudo de clube brasileiro mais reproduzido no mundo, sendo copiado por dezenas de outros "Américas" no país, que apenas acrescentaram outro contendo o nome da cidade de onde aquela agremiação era.
Até o final dos anos 80, o America era o mais importante dos Américas do país, sendo semifinalista de um Campeonato Brasileiro de Futebol na Década de 1980, mas, antes mesmo dessas boas campanhas, a tradicional agremiação carioca já havia inspirado dezenas de clubes no país.

Mascote
A mascote do America do Rio de Janeiro é caracterizado pelo Diabo, a escolha se deu pela personificação popular deste em um ser antropomorfo de pele avermelhada, cor da camisa do clube. O mascote foi adotado em 1947, desenhado pelo cartunista argentino Lorenzo Molas. A torcida atribuiu a decadência estrondosa do time ao mascote em 2015 e chegou a rouba-lo em um dos jogos do clube para que nunca mais se apresentasse nos estádios. Em sua versão infantil, o mascote é o personagem Brasinha, um simpático diabinho.

A ideia de mudança do mascote foi abordada varias vezes, a primeira foi em 2006 quando o técnico Jorginho, seguidor de religião evangélica, assumiu o clube e sugeriu que fosse adotado como mascote a Águia, uma leve associação ao Club America do México, que tem o mesmo mascote. Além disso, torcedores, fugindo da originalidade, sugeriram que o clube adotasse como mascote o personagem Capitão América, porém, a diretoria recusou as duas petições.

Padroeiros
O America adota como santos padroeiros, Nossa Senhora das Graças e São Jorge.

Uniforme
O uniforme tradicional do America é composto de uma combinação toda vermelha, seu uniforme reserva é todo branco.

Hino
Em 1915 foi composto o primeiro hino do America por Freire Júnior, com letra de Luiz França; em 1922 foi criada a segunda versão por Freire Júnior, até se chegar a versão criada pelo compositor americano Lamartine Babo, em 1947:[13]

Letra e Música: Lamartine Babo

Hei de torcer, torcer, torcer...
Hei de torcer até morrer, morrer, morrer...
Pois a torcida americana é toda assim
A começar por mim
A cor do pavilhão
É a cor do nosso coração!
Em nossos dias de emoção
Toda torcida cantará esta canção!
Trá-lá-lá-lá-lá-lá!
Trá-lá-lá-lá-lá-lá!
Trá-lá-lá-lá-lá-lá!
Campeões de 13, 16 e 22,
Trá-lá-lá!
Temos muitas glórias,
E surgirão outras depois,
Trá-lá-lá!
Campeões com a pelota nos pés,
Fabricamos,
Aos montes,
Aos dez!
Nós ainda queremos muito mais,
America, unido, vencerás!
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AMERICANO
Americano Futebol Clube é uma agremiação sediada em Campos dos Goytacazes, no Estado do Rio de Janeiro. Foi fundado em 1 de junho de 1914. Em 1987, o clube venceu o Módulo Azul do Brasileirão de 1987 (Taça Heleno Nunes), uma espécie de Série B, mas não é reconhecido pela CBF como tal. O Americano é o clube do Estado do Rio de Janeiro que mais disputou o brasileiro da Série B com 20 participações, é o maior campeão local e também o primeiro clube do interior do estado do Rio de Janeiro a vencer a Taça Guanabara e Taça Rio.
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Fundação e primeiros anos
No mês de abril de 1914, esteve em Campos para jogar contra um combinado local, o time do America Football Club, uma das melhores equipes do Brasil na época e que era o atual campeão carioca.

O jogo deveria ser contra uma equipe formada pelos melhores jogadores da cidade, mas o presidente da Liga de Futebol, Múcio da Paixão, resolveu que o time teria dois jogadores de cada time, o que não foi aceito por muitos dos atletas que acabaram formando uma outra equipe para também enfrentar os cariocas, contrariando a vontade do dirigente maior da Liga Campista.

O combinado dos melhores jogadores de Campos, liderado por Luiz Pamplona, do Clube Esportivo Rio Branco, Nelson Póvoa, do Aliança, e Sinhô Campos, do Luso-Brasileiro, se reuniram no caldo do Zezé Póvoa, no centro da cidade, para escalar o selecionado que jogaria contra o time rubro do Rio de Janeiro, fato que foi apresentado e não aceito pela liga, que ameaçou puni-los, caso a partida fosse realizada, mas eles não se intimidaram e jogaram assim mesmo, tendo perdido o jogo por 3 a 1, bem menos do que o time posto em campo por Múcio, que saiu derrotado por 6 a 0.

Surgiu daí a ideia de formar um novo clube de futebol na cidade. Em uma palestra no Hotel Internacional, proferida após a partida pelo jogador Belfort Duarte, que quando soube do movimento logo sugeriu o nome de América para o novo clube, o que foi de muito agrado. Mas por intervenção dos irmãos Bertoni, uruguaios que jogavam no time do Rio, e que ficaram em Campos por uns dias como convidados dos irmãos Pamplona, o clube se chamaria Americano Futebol Clube, nome de um antigo time de São Paulo, pelo qual os uruguaios haviam jogado e que tinha fechado as portas sem conhecer o desgosto de uma derrota sequer. A ideia logo conquistou os adeptos e esse foi o nome de batismo do novo clube.

A data de fundação foi 3 de maio de 1914 e as cores adotadas foram o preto e o branco em homenagem ao Clube de Regatas Saldanha da Gama, do qual todos eram sócios. O Rio Branco, que teve a perda de oito jogadores para o Americano, foi o escolhido para ser o primeiro adversário oficial, em jogo que ocorreu a 12 de maio, com vitória do alvinegro por 4 a 1.

Maior vencedor da história do Campeonato Fluminense de Futebol (relativo ao Estado do Rio de Janeiro pré-fusão com o Estado da Guanabara) e maior clube da cidade de Campos dos Goytacazes, o Americano ingressou no Campeonato Carioca em 1976 (antes mesmo da fusão das federações carioca e fluminense de futebol). A partir de 1978, com a fusão dessas federações, o clube voltou a disputar o Campeonato Fluminense.

Em 1920, o Americano Futebol Clube foi campeão do primeiro Torneio Preparatório do Brasil. Em 1920, com apenas 6 anos de existência, o clube já ostentava, em suas fileiras, dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira: Soda e Mario Seixas.Nesse mesmo ano o Americano disputou uma partida amistosa contra a seleção do Uruguai, que viria a ser campeã olímpica dois anos depois, se sangrando vencedor,o placar foi Americano 3 a 0 Uruguai. Em 1921 o Americano fez sua primeira partida contra um dos quatro grandes do Rio de Janeiro, o resultado do amistoso foi C.R. Flamengo 0 a 5 Americano. Em 1930, outro jogador alvinegro foi convocado para disputar a Copa do Mundo do Uruguai: Poli, Policarpo Ribeiro, que inclusive foi homenageado com uma placa no Hall Social do clube. Em termos de título, o que mais orgulha o torcedor do alvinegro campista é o inédito título de eneacampeão campista e do interior do Rio de Janeiro, uma conquista inédita. São nove títulos consecutivos por duas ocasiões.
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Décadas de 60 e 70: anos dourados
Em 1966, o Americano foi vice campeão da Zona sul da Taça Brasil, o campeão foi o Cruzeiro Esporte Clube.

Entre os anos de 1967 e 1975, o Americano somou os nove títulos seguidos.

O jogo decisivo do Campeonato Campista de 1975 e que consagrou o Americano nove vezes seguidas campeão, foi disputado na noite de 17 de fevereiro de 1976. O Jornal dos Sports do dia seguinte publicava: Com um gol de Paulo Roberto, de pênalti, aos quarenta minutos da fase final, o Americano sagrou-se eneacampeão campista de futebol ao derrotar o Goitacás, ontem à noite, no Estádio Godofredo Cruz, na terceira partida da série melhor de quatro pontos que indicou o campeão de 1975. A renda foi de 115 055 cruzeiros, com 8 125 pagantes e o juiz, com boa atuação, o carioca José Roberto Wright. Os dois times formaram assim: Americano - Dorival; Nei Dias, Luisinho, Luís Alberto e Capetinha; Ico, Russo e Rangel; Luís Carlos, Dionísio e Paulo Roberto; Goytacaz - Miguel; Totonho, Paulo Marcos, Nad e Júlio César; Ricardo Batata, Wílson Bispo e Naldo (Pontixeli); Piscina, Tuquinha e Chico.

Em 14 de Julho de 1975, o Americano Futebol Clube fez um amistoso contra a Seleção Brasileira de amadores empatando em 1 a 1, amistoso esse realizado para marcar a reabertura do Estádio Godofredo Cruz. Pela equipe alvinegra atuaram: Paulão (Bodoque), Nei Dias, Paulo César, Luís Alberto e Capetinha; Jairo, Didinho (Mundinho) e João Francisco; Luís Carlos, Chico Preto e Paulo Roberto (Wallace). Pela Seleção Brasileira de amadores atuaram: Carlos; Carlos Alberto, Dick, Xará e Betinho; Celso, Aguillar (Éder) e Toninho Vanusa; Brida, Tião Marçal (Jarbas) e Da Silva.

Na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, o Americano foi incluído, como parte da fusão entre dois Estados brasileiros, no Campeonato Nacional de 1975, tornando-se, com isso, o primeiro clube do lugar e até mesmo do interior do novo Estado do Rio de Janeiro, a participar de tal certame.

O Jornal dos Sports de 25 de agosto de 1975 estampava o título: "Campos vibra com Americano: 2 x 1 no Santos". Da matéria faziam parte algumas apreciações como as que se seguem: "O time mostrou que está no Campeonato pra valer. Jogou com entusiasmo, venceu e provou que nem só dos cariocas vive o futebol do novo Estado".

A ficha técnica desse jogo, o da estreia no Campeonato Brasileiro, está aqui: Americano - Dorival; Nei Dias, Mundinho (Luisinho), Luís Alberto e Capetinha; Ico e Didinho; Luís Carlos, Rangel, Messias e Paulo Roberto. Santos - Joel; Tuca, Oberdan, Bianchi e Zé Carlos; Clodoaldo e Didi (Alceu); Mazinho, Cláudio Adão, Toinzinho e Edu. Arbitragem de Luís Carlos Félix, auxiliado por Paulo Antunes e Célio Couto. Renda de Cr$ 191.000,00 (14.307 pagantes). 1º tempo - Empate de 1 x 1 (Paulo Roberto aos 10' e Mazinho aos 43'). Final - Americano 2 x 1 (Rangel aos 42').

O seu melhor desempenho foi a 27° colocação em 1978, entre 74 participantes. No Campeonato Carioca, sua melhor colocação foi o vice-campeonato de 2002, ano em que conquistou a Taça Guanabara (Primeiro Turno) e a Taça Rio (Segundo Turno).

Décadas de 80 e 90: boas campanhas
A partir dos anos 1980, incluiu, em seu currículo, vitoriosas excursões ao exterior, figurando, como as mais importantes, a de 1981, realizada na Ásia e vencida sobre a Seleção da República da Coreia, na chamada Taça do Rei, além de outras em 1984, na qual o Americano venceu por 1 a 0, a 17 de janeiro, a Seleção de Omã, a mesma que foi goleada por 4 a 1 dois dias depois. Dia 24, o Americano perdeu de 1 a 0 para a Seleção de Tóquio, dia 27 goleou a Seleção da Malásia por 4 a 0, dia 29 perdeu de 2 a 0 para o time inglês Sensea, dia 30 perdeu de 2 a 1 para a Seleção de Tóquio, dia 5 de fevereiro o Americano derrotou a Seleção de Dubai por 1 a 0, dia 7 perdeu de 2 a 1 para a Seleção dos Emirados Árabes, dia 9 derrotou o Al-Nassr por 1 a 0 e, no dia 13, encerrando o novo giro, derrotou a Seleção da Arábia Saudita por 1 a 0. Ainda nos anos 80 o Americano derrotou a seleção de Camarões por 2 a 1. Em 1994, realizou mais uma excursão ao Oriente Médio.

Em 1987, representou o Estado do Rio de Janeiro no Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, sagrando-se campeão, numa final histórica contra a Seleção de São Paulo, que ostentava cinco jogadores da Seleção Brasileira.

Atuou trinta e duas vezes no Campeonato Brasileiro de Futebol, sendo sete vezes na Série A, vinte na Série B e cinco na Série C. Foi campeão do Módulo Azul 1987 (um dos dois módulos equivalentes à Série B), vice-campeão da Série B 1986 (vice colocado do grupo, não houve decisão oficial e o vice não é reconhecido pela CBF) e quarto colocado em três edições (1988, 1991, 1994).

Em 15 de março de 1980, o Americano aplicou sua maior goleada em campeonatos brasileiros, ao derrotar o Sport Club Botafogo por 7 a 0 na casa do adversário.

Tem outro trunfo no futebol do estado do Rio de Janeiro: foi a primeira equipe do interior a vencer a Taça Guanabara e a Taça Rio.

Em 1993, o Americano Futebol Clube tirou uma invencibilidade de 32 partidas do Club de Regatas Vasco da Gama, derrotando a equipe carioca no Estádio Godofredo Cruz pelo placar de 1 a 0, gol marcado por Pelica, aos 47 minutos da primeira etapa. No início dos anos 2000, o Americano Futebol Clube fez um amistoso com a seleção de Angola, vencendo a partida pelo placar de 3 a 1.

Anos recentes
Time vice campeão da Copa Rio de 2008
Após muitos anos sem jogar um amistoso internacional, o Americano enfrentou o Huracán Buceo, do Uruguai, em 2008, no Estádio Godofredo Cruz, vencendo a partida amistosa pelo placar de 4 a 0.

No ano de 2009, participou da Copa do Brasil e, na primeira fase, eliminou o Santa Cruz Futebol Clube, vencendo os dois confrontos. Na segunda fase, eliminou, nos pênaltis, o Botafogo de Futebol e Regatas, em confronto válido pela segunda fase da Copa do Brasil de 2009. Foi eliminado nas oitavas-de-final pela Associação Atlética Ponte Preta, após empatar o primeiro jogo no Estádio Godofredo Cruz e perder por 2 a 1 no jogo de volta. No mesmo ano, se sagrou campeão do Torneio Moisés Mathias de Andrade, após derrotar, por 1 a 0, a equipe do Mesquita Futebol Clube no Estádio Jornalista Mário Filho com um gol do atacante Kieza, aos 44 minutos do segundo tempo.

Já em 2010, o time voltou a passar por momentos de dificuldade durante a disputa do Campeonato Fluminense: ficou na zona de rebaixamento por diversas rodadas até a contratação de Toninho Andrade (em sua quinta passagem pelo time), que levou a equipe a uma arrancada de quatro jogos invictos, incluindo uma vitória sobre o Vasco na casa do rival.

Em 2011, faz uma péssima Taça Guanabara, terminando em sétimo lugar no seu grupo, com apenas cinco pontos ganhos. Entretanto, se recuperou na Taça Rio, quase se classificando paras as semifinais, ficando em terceiro colocado, dois pontos atrás do segundo colocado, o Clube de Regatas do Flamengo. Por fim, ficou em oitavo lugar na classificação geral e conseguiu uma vaga no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2011 - Série D. Porém o presidente Luiz César Gama preferiu não disputar o campeonato por falta de recursos financeiros.

Em 15 de abril de 2012, após péssima campanha, foi selado o primeiro rebaixamento do Americano para a Série B do Campeonato de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. O clube terminou o Campeonato em décimo sexto (16º) lugar, com apenas nove (9) pontos conquistados em quarenta e cinco (45) possíveis.
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Estádio
O Americano mandava os seus jogos no Estádio Godofredo Cruz, que já teve capacidade para 25 000 espectadores. Porém, em 2009, o estádio teve a capacidade reduzida para 9 000 pessoas pela Defesa Civil, por motivos de segurança, vindo a ser demolido em 2014.
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Em troca, pela venda do terreno onde ficava o estádio, a Imbeg, empresa de Campos especializada em construções civis, custeou a edificação do início ao fim do novo centro de trenamento do clube na cidade, localizado no bairro de Guarus. O Centro de Treinamento de Guarus, novo endereço do clube, centralizará toda e qualquer atividade do Americano, e último passo dos planos do clube é construir ali um estádio com capacidade de 11 mil pessoas.

Amanhã iremos trazer as histórias de Angra dos Reis e Artsul, até lá! 

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