Campos, o recordista de acessos, completa 106 anos de história

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Festa no Parque Leopoldina. Nesta sexta-feira, o Campos Atlético Associação completou 106 anos de existência. Fundado em 26 de outubro de 1912, o Roxinho retornou ao futebol profissional em grande estilo, depois de 28 anos parado, terminou o ano de 2015 invicto, e conquistou um impressionante acesso a série A 2017, com apenas três derrotas na Segundona de 2016. epois de cair e se separa do Carapebus, começou do zero novamente foia a quarta divisão, subiu para terceira, coinquistou um novo acesso a Segundona e agora aguarda FERJ, decidir o imbróglio do Caso Maricá, para confirmar a subida do Roxinho e o fechamento da temporada 2018. 

O RECORDISTA DE ACESSOS 
CAMPOS ATLÉTICO ASSOCIAÇÃO
(FICOU 26 ANOS SEM FUTEBOL PROFISSIONAL E RETORNOU EM 2015)

2015 SUBIU DA SÉRIE C PARA B
2016 SUBIU DA SÉRIE B PARA A
2017 ROMPEU COM O CARAPEBUS (SUBIU DA C PARA B2)

2018 SUBIU DA SÉRIE B2 PARA B1
HISTÓRIA
Criado por idealização de Wanderley Barreto, seu primeiro presidente, surgia com o nome de Campos Athletic Association.
Tendo como suas cores o roxo, o preto e o branco, seu primeiro campo do clube era alugado ao extinto Lacerda Sobrinho Futebol Clube, no bairro da Coroa, vindo daí o nome da mascote Leão da Coroa.

Mais tarde o clube se instalou em outro campo em local próximo, mas já no bairro do Caju, mais precisamente na Rua Rocha Leão, atrás do antigo presídio da cidade, onde permaneceu até adquirir a área do atual estádio Ângelo de Carvalho localizado na Avenida Alberto Torres no Parque Leopoldina, obra de um estádio que jamais foi concluída, mas que mesmo assim, foi palco de muitos jogos importantes pelos campeonatos da cidade.

Dizem os mais antigos que o primeiro uniforme do clube foi constado de listras verticais em roxo, preto e branco, porém é possível achar fotos em que o clube se apresenta de branco e com um escudo bem diferente do utilizado ao longo de sua história.
O Campos foi campeão municipal nos anos de 1918, 1924, 1932, 1956 e 1976, além do Campeonato Fluminense de 1956, que não chegou a ser disputado em campo mas que deve ter o título reconhecido pela atual federação. Possui ainda a conquista do título de Campeão da Zona Norte do Interior do Estado do Rio de Janeiro no ano de 1976.
O Campos nunca deixou de integrar a primeira divisão do antigo Campeonato Campista que foi profissionalizado no ano de 1952. Também nunca deixou de fornecer jogadores aos selecionados escretes da Liga Campista de Desportos.

Seus maiores jogadores foram Rebolo, que veio a envergar a camisa do América Football Club nos seu grandiosos tempos, além de Hélvio, beque que chegou a jogar no Santos Futebol Clube. Ipojucan centroavante campeão em 1956. Manoelzinho, goleiro nos primeiros anos do clube e cobiçado pelos grandes da capital, nunca deixou o roxinho. Crisolino, lateral esquerdo que marcou época no clube. Jorge Chinês, teve sua vida dedicada ao clube como jogador, e depois dirigente, dos mais renomados amigo de Zizinho com quem jogou junto ao time do Exército, além de Bimba, jogador admirável que resta para sempre na memória de quem o viu jogar.
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Pelo Campos, ainda atuaram jogadores de renome nacional como o zagueiro Brito e o meio-campista Afonsinho num jogo amistoso contra o Palmeiras na década de 70, década esta que nunca deveria ter acabado, pois foi nela em que o clube teve seus últimos bons momentos no futebol, que no transcorrer dos anos deixou o futebol de lado em alguns momentos se dedicando mais a parte social.
Vindo a forma hora ou outra equipes na categorias infantil e juvenil nos campeonatos promovidos pela atual Liga Campista de Desportos e até mesmo pela FFERJ.

Em 2008, as equipes de infantil e juvenil se sagraram campeãs do Campeonato Campista 2008 nas respectivas categorias. Após muitos anos, o time está criando uma nova equipe para a categoria adulta ("profissional"), embora a equipe seja amadora para a disputa da Taça Cidade de Campos 2008.