É vencer ou vencer, confronto regional entre Goyta e Macaé, será nesta segunda


O Goytacaz vai vivendo momentos incerteza nesta reta final do Grupo X do Campeonato Carioca. O Alvianil tem mais dois jogos pela frente e precisa vencer os dois para seguir na elite do Campeonato Carioca. A pressão pelos resultados não assusta o grupo, que tenta superar essa luta contra a queda e também os problemas financeiros do clube que está convivendo com os salários atrasados. O objetivo agora é ser frio nos dois confrontos que restam no certame.

A primeira oportunidade da equipe tentar reverter o panorama, pelo menos em campo, e provar que não vai sentir a pressão é contra o Macaé, nesta segunda-feira (18), em casa. Apesar do cenário contrário, o atacante Douglas Oliveira garante que os atletas já estão acostumados ao time de cenário de estarem pressionados por resultados e pede a tal frieza nestes dois jogos.

- Futebol é pressão. Quem não quiser pressão, que não trabalhe com futebol. Acho que a cada jogo, independente se tem que ganhar ou entrar por um resultado que não improtante tanto, temos que ter a pressão da diretoria, da torcida. A gente quer dar o melhor. Chegar no vestiário, dar uma ligação feliz para a nossa família - disse, completando em seguida.

- Acredito que a gente tem que ter uma frieza, procurar botar a cabeça no lugar, procurar pedir desculpas um para o outro. Acreditar no nosso grupo, porque a gente tem potencial. Mostramos isso já. Acredito que possamos fazer um bom jogo contra o Macaé - garantiu o jogador.

O Goytacaz tem a possibilidade de queda já nesta rodada, já que a vitória do Nova Iguaçu sobre o America, no domingo, no Estádio de Moça Bonita, por 1 a 0 faz com que, em caso de derrota para o Macaé, o Goyta seja rebaixado.

MACAÉ
O Grupo X do Campeonato Carioca 2019 está chegando em sua reta final e os clubes começam a fazer as contas para se salvar do rebaixamento à Série B1. Vice-colocado, o Macaé perdeu uma grande chance de se isolar na liderança após ceder o empate ao America na parte final do duelo, na última rodada.

Por esse motivo, o zagueiro do Alvianil Praiano, Anderson, ressaltou o equilíbrio do Grupo X e desse que o Macaé precisa ter atenção nas últimas semanas, principalmente nos minutos finais.

- Esse Grupo X está muito nivelado, tanto que a tabela não nega esse equilíbrio. Os jogos estão sendo decididos nos detalhes, então eu acho que precisamos aumentar ainda mais o nível de atenção para que não soframos, mais uma vez, um gol nos últimos minutos - afirmou o defensor.

Desde o fim da Seletiva, o Macaé não pode jogar na sua casa, o Estádio Moacyrzão. Desta forma, o clube está mandando os jogos no Ferreirão, em Cardoso Moreira. Porém, o Alvianil ainda não conseguiu vencer na momentânea casa. Anderson acredita que a mudança prejudicou o clube e também comentou sobre a saída em massa de jogadores do clube, além da crise interna vivida.

- Perder o mando tem acarretado sim uma dificuldade a mais para nós. Isso, aliado a perda de jogadores importantes sem podermos repor nessa fase da competição, o momento extra-campo que o clube vive, que não é nada bom, as grandes dificuldades no dia a dia e um elenco super reduzido... Tudo isso tem nos prejudicado muito. Mas estamos em uma colocação em que só dependemos de nós para livrar o Macaé do rebaixamento e depositaremos todas as nossas forças para que isso aconteça - concluiu o zagueiro.

Este confronto com o Macaé ocorre na segunda-feira, dia 18 de fevereiro, às 19h30, no Aryzão. O duelo que pode definir o futuro do Goyta em 2019 

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