Pressão não incomoda Goyta, que busca frieza para vencer Grupo X e finanças

O Goytacaz vai vivendo momentos incerteza nesta reta final do Grupo X do Campeonato Carioca. O Alvianil tem mais dois jogos pela frente e precisa vencer os dois para seguir na elite do Campeonato Carioca. A pressão pelos resultados não assusta o grupo, que tenta superar essa luta contra a queda e também os problemas financeiros do clube que está convivendo com os salários atrasados. O objetivo agora é ser frio nos dois confrontos que restam no certame.

A primeira oportunidade da equipe tentar reverter o panorama, pelo menos em campo, e provar que não vai sentir a pressão é contra o Macaé, nesta segunda-feira (18), em casa. Apesar do cenário contrário, o atacante Douglas Oliveira garante que os atletas já estão acostumados ao time de cenário de estarem pressionados por resultados e pede a tal frieza nestes dois jogos.

- Futebol é pressão. Quem não quiser pressão, que não trabalhe com futebol. Acho que a cada jogo, independente se tem que ganhar ou entrar por um resultado que não improtante tanto, temos que ter a pressão da diretoria, da torcida. A gente quer dar o melhor. Chegar no vestiário, dar uma ligação feliz para a nossa família - disse, completando em seguida.

- Acredito que a gente tem que ter uma frieza, procurar botar a cabeça no lugar, procurar pedir desculpas um para o outro. Acreditar no nosso grupo, porque a gente tem potencial. Mostramos isso já. Acredito que possamos fazer um bom jogo contra o Macaé - garantiu o jogador.

O Goytacaz tem a possibilidade de queda já nesta rodada, em caso de vitória do Nova Iguaçu sobre o America, que jogam no dia anterior, no Estádio de Moça Bonita, com mando dos rubros, e de derrota no seu duelo contra o Alvianil Praiano.

Este confronto com o Macaé ocorre na segunda-feira, dia 18 de fevereiro, às 19h30, no Aryzão. 

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