Bola parada é fatal e Serra aumenta jejum de vitórias para sete partidas

A derrota para o Artsul neste sábado (10), em Austin, pela segunda rodada da Taça Corcovado, embora tenha sido somente a primeira de Rafael Soriano no comando do Serra Macaense, aumentou um incômodo jejum da equipe na temporada. Já são sete partidas sem saber o que é triunfar. O último resultado positivo foi em 22 de junho, contra o Itaboraí, pela quarta rodada da Taça Santos Dumont. Desde então, foram quatro derrotas e três empates (os três já sob o comando de Soriano, todos por 0 a 0). 

No duelo contra o Artsul, a lamentação pelo revés foi ainda maior por conta das circunstâncias da partida. Afinal, o Serra saiu na frente logo aos 13 minutos, em cobrança de pênalti de Anderson Manga. Entretanto, a virada ainda no primeiro tempo, com dois gols de bola parada (um de bicicleta após cobrança de falta e outro de pênalti), situação que, de acordo com o técnico Rafael Soriano, foi treinada e alertada durante a semana.

- O Artsul já havia vencido o Itaboraí assim na última rodada, a gente sabe da força da bola parada deles. E os dois lances de bola parada decidiram. Fizemos muitas faltas próximas da área e os gols saíram assim. Foi nossa principal falha e com certeza foi primordial para a derrota. Não soubemos também manter o controle quando estávamos na frente - analisou.

Buscando reencontrar o caminho das vitórias, o Serra Macaense agora entra em campo no próximo sábado (17), às 15h, contra o Olaria, no Ferreirão, em Cardoso Moreira.

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