Clodoaldo Silva vai participar de evento no Ginásio Poliesportivo em Quissamã

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A Prefeitura de Quissamã, por meio da Coordenadoria Especial de Esporte e Juventude, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc), de Campos dos Goytacazes, traz ao município, na próxima segunda-feira (12), o nadador Clodoaldo Silva, ícone do esporte paralímpico brasileiro. O evento, que será um bate-papo com os participantes, acontecerá no Ginásio Poliesportivo Walth Mille Pessanha, a partir das 15h, e será aberto ao público.

Conhecido como “Tubarão Paralímpico”, Clodoaldo coleciona mais de 500 medalhas. Atualmente, está entre os maiores medalhistas do país. Em cinco Paralimpíadas, ele conquistou 14 medalhas (6 ouros, 6 pratas e 2 bronzes). Nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Brasil, ele foi o responsável por acender a pira, no Maracanã.
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“Ele vai contar suas experiências de vida e, com certeza, será de grande valia ouvir a história de superação de um grande campeão nas piscinas e na vida. Uma oportunidade única para motivar nossos alunos e mostrar que todos somos capazes de realizar vários feitos e viver bem, com qualquer que seja nossa dificuldade diária”, frisou a coordenadora de Esporte e Juventude, Ísis Chagas.

O atleta viaja por todo o Brasil ministrando palestras motivacionais, contando um pouco da sua história e mostrando que tudo é possível. Clodoaldo já falou para mais de 60 mil pessoas, abordando temas como trajetória de atleta, dificuldades no esporte, inclusão, acessibilidade e diversidades.
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Por conta de uma falta de oxigenação durante o parto, Clodoaldo Francisco da Silva Correa nasceu com paralisia cerebral, o que afetou seus membros inferiores. Na infância e adolescência, foram mais de cinco cirurgias nas pernas, mas desde aquela época, o espírito de nunca desistir já estava presente. Aos 16 anos, logo após sua última cirurgia, Clodoaldo começou a praticar natação, como sugestão da fisioterapia. Com apenas dois anos de piscina, participou do seu primeiro Campeonato Brasileiro, conquistando três medalhas de ouro. “Sofri preconceitos e discriminação, mas isso nunca me impediu de fazer qualquer coisa”, ressaltou.

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