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Roma doa um dia de salário para combater a covid-19

Os jogadores e a comissão técnica da Roma doaram um dia de salário para ajudar no combate à crise da covid-19 - Alessandro Bianchi/Reuters
A Roma anunciou nesta sexta-feira que comprará três ventiladores e oito novas camas de terapia intensiva para um hospital italiano que enfrenta a crise do coronavírus. Os jogadores e a comissão técnica doaram um dia de salário para ajudar no combate à pandemia. O valor gira em torno de 200 mil euros (cerca de R$ 1 milhão e 73 mil).

"Depois de discutir a situação crítica na Itália, que ultrapassou a China na quinta-feira pelo maior número de mortes por coronavírus do mundo, os jogadores do primeiro time e a equipe técnica do clube concordaram unanimemente que cada um doará um salário diário para a campanha, além de qualquer contribuição individual que muitos deles já tenham feito", afirmou o clube em comunicado à imprensa.

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"Com o Hospital Lazzaro Spallanzani, um dos principais hospitais especializados da Itália na luta nacional contra o coronavírus, agora absolutamente desesperado por novos equipamentos, a Roma concordou em usar imediatamente uma proporção dos fundos para pedir três ventiladores para terapia intensiva, cinco ventiladores pulmonares para tratamento sub-intensivo e oito novos leitos para terapia intensiva", detalhou a nota.

"Em um momento tão difícil para a humanidade, sentir o apoio tangível da Fundação Roma Cares nos enche de orgulho e nos dá a positividade necessária para enfrentar o trabalho árduo que temos pela frente. Médicos e enfermeiros têm trabalhado duro para combater e conter a doença, mas é importante e necessário que tenhamos o apoio de todos", disse Marta Branca, diretora geral do Instituto de Doenças Infecciosas Nacionais do hospital.

O diretor executivo da Roma, Guido Fienga, disse que é importante que todos assumam as responsabilidades e façam o possível para ajudar. Segundo ele, seja o presidente, os jogadores, a equipe técnica, ou os fãs. 

Ele disse que quer arrecadar ainda mais e chegar a 500 mil euros (cerca de R$ 2 milhões e 684 mil) para comprar mais equipamentos essenciais.

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