Alisson não liga para as críticas e quer ‘estar no grupo dos campeões de uma Copa’

Goleiro vai disputar a sua terceira Copa do Mundo. 'Encaro como se fosse a última oportunidade'

Futebol 11 de junho de 2026 às 20h33
Granger Ferreira / GFEsportes.com.br

O goleiro Alisson, titular da Seleção Brasileira, que vai disputar a sua terceira Copa do Mundo neste ano, uma vez que defendeu a o país  nos Mundiais de 2002, na Rússia e em 2022 no Catar, garante que não liga para as críticas.

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"Minha capacidade física é 100%. Obviamente todo mundo sabe que eu fiquei um período fora antes da Copa do Mundo, mas também muito em virtude de estar e chegar aqui nesse momento 100%", afirmou durante entrevista coletiva nesta quinta-feira, 11.

“Tem que saber lidar com os momentos difíceis da vida. Eu escolho aprender com o passado e seguir em frente. Tenho uma possibilidade na minha frente. Uma grande oportunidade. Um grande privilégio. Me sinto abençoado por estar aqui e ter a chance de ganhar uma Copa do Mundo”, destacou.

“As cobranças são naturais. Injustas ou não, fazem parte do futebol e do pacote que é vestir essa camisa. Os torcedores querem que quem vista essa camisa conquiste títulos. Eu já experimentei isso conquistando uma Copa América, mas nada se compara a uma seleção brasileira. Esse é o objetivo. As críticas vêm por isso também, por não termos ganhado nas outras oportunidades. Ninguém vai me criticar mais do que eu. Porém, a minha crítica é baseada em fatos do dia a dia, em uma leitura técnica e psicológica. Ninguém me conhece mais do que eu mesmo. Eu dou muito valor as críticas e avaliações daqueles que trabalham comigo no dia a dia, Taffarel e Marquinhos, além dos treinadores. São 11 anos que venho sendo convocado. Vejo isso de maneira natural. Óbvio que quero ser avaliado pelo que faço dentro de campo e pelas conquistas”.

Neste mundial, o jogador do Liverpool vai se tornar o goleiro brasileiro com mais participações em Copas do Mundo, chegando à terceira da carreira. Ele não escondeu o orgulho por se colocar ao lado de Taffarel, ídolo de infância dele, e Gylmar dos Santos Neves, bicampeão mundial com a Seleção, em 1958 e 1962.

“Se for dizer uma palavra para definir o sentimento é honra. Poder estar junto com esses gigantes da história da seleção brasileira é um privilégio. É muito bom poder disputar mais uma Copa do Mundo. Quando eu assistia como criança, sonhava em estar aqui, mas era uma realidade muito distante. Hoje, quando paro para pensar, é um privilégio e uma bênção disputar uma Copa do Mundo com a camisa da maior seleção. Me sinto muito honrado”.

Mas Alisson quer ir muito além. “Eu me sinto honrado de chegar a essa marca dos goleiros que estiveram em três Copas do Mundo, mas quero entrar em outro grupo. Quero estar nos campeões de uma Copa. Com os outros 25 convocados. Esse é meu foco e a coisa mais importante no momento”.

Fonte: TERRA
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